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sexta 14 dezembro 2018

Programa Oeiras Solidária (POS) surge de um Protocolo de Colaboração celebrado no início do seu funcionamento, em 2004, com 14 empresas fundadoras, contando atualmente com mais de 100 empresas aderentes, sendo que pelo menos 50% destas são ativas.

Este programa municipal tem ganho novos contornos nas suas fases de evolução envolvendo sempre organizações sociais e empresas. Iniciou-se gerando canais entre a disponibilidade empresarial na área da responsabilidade social e os seus potenciais recetores.

Logo Oficial Programa Oeiras Solidária

 

A Câmara Municipal de Oeiras (CMO) enquadrou o funcionamento desta relação a nível local, assumindo o papel de mediador acompanhando o benefício da partilha estabelecida entre empresas e IPSS’s no território do concelho. As empresas faziam a sua escolha das IPSS’s com mais notoriedade para canalização dos seus apoios e um pequeno número de empresas na sua maioria multinacionais estavam sensíveis para esta área. Era a fase do modelo financiador/executor que se traduziu em inúmeras ações de colaboração.

Podemos referenciar uma fase seguinte, a partir de 2011/2012, concretizada através de um modelo mais cooperativo em que o Município enquadra a parceria e transmite a sua visão estratégica dos problemas e necessidades concelhias, e procura garantir um maior equilíbrio na distribuição dos apoios e um maior impacto dos mesmos para o desenvolvimento da região. 

A partir de 2014, o POS procurou constituir um novo paradigma que aproveite a relação positiva estabelecida entre as empresas e instituições concelhias e as respostas já dadas a alguns dos problemas identificados, para que se passasse para uma ação comum, concertada e focalizada nas principais necessidades, que promovesse o encontro entre empresas e IPSS’s numa plataforma de sinergia sustentável e que permitisse a compreensão da vantagem mútua de estarem juntas.

Esta fase, denominada de sinergia, tem vindo a ser potenciada com base em recomendações resultantes de uma avaliação externa do programa realizada e com o estabelecimento de protocolos de cooperação com entidades de referência.

No atual contexto de crise económica e social, o POS tem procurado potenciar o papel que a adequação das parcerias pode ter na resposta aos problemas sociais, na expetativa de obter resultados mais sustentáveis em alternativa às respostas tradicionais, beneficiando da heterogeneidade, capacitação e motivação dos atores em presença.

Para além do investimento social para as organizações locais, em que se financia um projeto, pretende-se que o mesmo inclua o financiamento na melhoria dos processos, formação e estrutura.

Esta mudança visa a criação de condições para a sustentabilidade dos apoios prestados, o aumento da escala de intervenção e a diversificação do seu leque de atividades.

Neste sentido, o POS estabeleceu uma relação de proximidade com a Academia, nomeadamente com o Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa e com a Atlântica - University Higher Institution, através do acolhimento de estágios curriculares, assim como na divulgação e estruturação das iniciativas previstas no plano de ação POS. Tem se vindo a verificar o intercambio de informação, tendo por base as diversas áreas de investigação desenvolvidas por cada entidade, bem como a intervenção do POS em comunicações, seminários e  unidades curriculares.