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sexta 14 dezembro 2018

A Sustentabilidade numa Organização Pública - O Instituto de Informática, I.P. (Ler Mais...)

Na atualidade, a gestão estratégica das organizações assenta em objetivos económicos, sociais e ambientais que contribuam para a proteção do ambiente e para o bem-estar dos seus trabalhadores e trabalhadoras e da sociedade em geral. Os organismos da administração pública estão cada vez mais cientes desta realidade e a sustentabilidade é, em muitos casos, considerada uma área importante na sua gestão operacional.

Sustentabilidade empresarial ou organizacional é o conjunto de ações de uma empresa ou organização, visando o respeito pelo meio ambiente e o desenvolvimento sustentável da sociedade. Para que uma organização seja considerada sustentável ambientalmente e socialmente, deve adotar atitudes éticas e práticas que visem não só o seu crescimento económico, mas que não agridam o meio ambiente e colaborem para o desenvolvimento da sociedade, apresentando resultados práticos e significativos, que assegurem um mundo melhor para as gerações futuras.

Este compromisso organizacional existe no Instituto de Informática, I.P. do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSSS), há já vários anos, contemplado num Plano de Sustentabilidade anual que visa apresentar o conjunto de iniciativas que se pretendem concretizar de acordo com os pilares da sustentabilidade – social, ambiental, cultural e financeiro.

5 Instituto Informática

A responsabilidade social, entendida como a forma de operacionalizar e promover a sustentabilidade organizacional, é um objetivo estratégico do Instituto de Informática, que com o seu Sistema de Gestão de Responsabilidade Social tem como missão organizar, implementar, monitorizar, avaliar e melhorar continuamente as iniciativas de carácter organizacional, social e ambiental, desenvolvidas no âmbito da Sustentabilidade, consideradas relevantes para o cumprimento da missão do Instituto, monitorizando a concretização dos objetivos face à estratégia, aos indicadores e metas a definir em cada ano, em consonância com a política da responsabilidade social e com os seus princípios e valores. A Responsabilidade Social no Instituto de Informática decorre do entendimento de que a ação das organizações deve propiciar o bem-estar e a realização pessoal dos seus trabalhadores e trabalhadoras, trazer benefícios para a comunidade e proteger o meio ambiente.

Para o Instituto assumem particular importância as iniciativas de conciliação entre a vida profissional, pessoal e familiar dos trabalhadores e trabalhadoras, que promovem a sua satisfação, motivação e produtividade. Também a formalização de protocolos e parcerias que facilitem a aquisição de bens e serviços, e a promoção de iniciativas no âmbito da alimentação, saúde e bem-estar, que contribuam para aumentar o bem-estar físico e emocional e promovam um estilo de vida saudável para os trabalhadores e trabalhadoras e para as suas famílias, assumem um papel relevante. Atividades de teambuilding e de envolvimento são igualmente promovidas para fortalecer laços e criar sinergias entre as equipas interdepartamentais e pluridisciplinares.

Regularmente são divulgadas e incentivadas atividades de envolvimento com a comunidade, com o objetivo de envolver os trabalhadores e as trabalhadoras em causas solidárias, dando a conhecer instituições da economia social, promovendo a doação de bens, a participação em campanhas e eventos culturais e incentivando práticas individuais de voluntariado.

Na área ambiental, além da reciclagem permanente, a implementação de medidas de eficiência energética e de controlo de consumos de água e eletricidade têm sido uma prioridade no Instituto. É exemplo disso a candidatura a um Fundo de Eficiência Energética que vai permitir a substituição de todas as lâmpadas do edifício por lâmpadas LED. Foi também efetuada a candidatura para um veículo elétrico, no âmbito do Programa de Apoio à Mobilidade Elétrica na Administração Pública, que contempla o financiamento da aquisição de veículos elétricos, em regime de aluguer operacional de veículos durante um período de 48 meses.

No âmbito do Green IT ou Tecnologia Verde, entendido como a atitude sustentável que se tem perante as Tecnologias de Informação e de Comunicação (TIC), durante todo o seu ciclo de vida, procurando minimizar o seu impacto negativo no planeta, têm sido implementadas diversas iniciativas que têm conseguido obter bons resultados tanto a nível ambiental, como a nível financeiro.

​O Instituto está representado, desde há vários anos em Redes e Grupos de Responsabilidade Social, onde participa ativamente, coordenando alguns deles. Esta participação é considerada uma mais-valia para a partilha e disseminação de conhecimentos e boas práticas no âmbito da Sustentabilidade.

6 Instituto Informática

 

O Instituto de Informática integra o Programa Oeiras Solidária (POS) desde 2012 e a partir de 2016 participa no Grupo de Networking, grupo criado por alguns parceiros do Programa - entidades públicas, privadas, da economia social e da academia. Este grupo, além de apoiar e prestar consultadoria à equipa do Programa, partilha e divulga boas práticas e serviços. Tem ilustrado as sinergias que podem existir quando se juntam os diversos setores numa estratégia colaborativa. Em 2016 ajudou na realização da Conferência anual do POS e na construção do portal do programa e para este ano tem previstas ações de formação, atualização e dinamização do portal e lançamento da bolsa de partilha de serviços, constituindo-se como um polo facilitador do desenvolvimento e implementação de novas ideias e projetos.

Para o Instituto, o POS é considerado uma mais-valia em diferentes dimensões, pois além de facultar informação sobre os projetos e serviços das Organizações da Economia Social do Concelho de Oeiras também promove e divulga campanhas de solidariedade, facilitando ainda o intercâmbio de boas práticas de responsabilidade social.

Da autoria Ana Sofia Silva, Instituto de Informática, I.P. (Julho 2017)

 

Sinergia criada com Parceiros e Amigos (Ler Mais...)

 

A Responsabilidade Social de uma empresa/organização deve ser vista como um investimento a longo prazo. De acordo com o Livro Verde para a RSE da Comissão Europeia, as organizações devem ser social e ambientalmente responsáveis sem deixarem de ser economicamente sustentáveis, integrando valores do desenvolvimento sustentável na sua gestão, uma vez que trabalham não só para satisfazer as suas necessidades, como também da geração atual e das futuras. De uma forma abrangente, a Responsabilidade Social contribui para uma sociedade mais justa e para um ambiente mais limpo, tendo cada vez mais valor a partir da certificação e instrumentos de apoio e reconhecimento da mesma, englobando o respeito de normas, rótulos, prémios e rankings, entre outros.

O Centro Sagrada Família teve, nos últimos anos, muitas experiências de parceria com empresas, escolas, universidades e organizações, que entre donativos financeiros ou em género, voluntariado empresarial ou voluntariado de competências, nos têm ajudado a levar os nossos projetos para diante, dando mais qualidade aos serviços prestados às crianças e à comunidade que apoiamos.

A experiência do Centro Sagrada Família é de que a responsabilidade social é benéfica para as duas partes. Quem beneficia é ajudado e sente também o reconhecimento e apoio externos para a prosseguir o seu trabalho com redobrada energia e ânimo. Por outro lado, quem trabalha em prol da comunidade desenvolve o seu sentimento de pertença à mesma e à empresa para a qual trabalha e fortalecem-se os laços dentro da equipa, o que se vai repercutir em melhor trabalho colaborativo e maior produtividade.

Hoje deixamos-vos a história do resgate da Quinta de Santa Marta, espaço cedido pela Câmara Municipal de Oeiras. A experiência começou em 2013, e ao longo dos anos foi possível recuperar um edifício muito degradado para um espaço habitável e agradável, possibilitando a sua imediata utilização para diversas atividades de apoio à comunidade do Centro, e ao qual foram também feitas adaptações para poder receber as crianças de pré-escolar.

Espaço antes da recuperação

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Alguns exemplos de ações de voluntariado empresarial

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No final deste período foi criado o comité “Faça Parte desta Mudança” que permitiu divulgar as perspetivas de futuro da instituição e envolver as principais entidades apoiantes do Centro, com a realização de reuniões periódicas, onde foram pensadas em conjunto ações de voluntariado e angariação de fundos no âmbito desta reformulação.

Ficam os testemunhos de alguns dos nossos parceiros.

“A responsabilidade social (…) é demonstrar a importância que atribuímos à estabilidade económica, ao bem-estar social e à sustentabilidade do ambiente, de forma transparente e baseada em factos”.

“Temos um enorme orgulho em reflectir o seu compromisso para com a responsabilidade social estando continuamente à procura de formas para criar um impacto positivo”.

“São experiências resultantes da parceria com o Centro Sagrada Família, que fomentam a aproximação da empresa à comunidade onde está inserida e que nos ajudam a crescer de modo socialmente responsável”.

“Temos cooperado com o CSF, quer através da doação de alimentos obtidos em recolhas preparadas por nós, quer com a organização ou presença em eventos solidários, quer com a participação activa no Grupo de Amigos do Centro (…)”.

 

E aqui fica a prova que juntos fazemos mais e melhor. O nosso muito obrigado a todos os nossos parceiros e amigos.

 

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 Da autoria Adriana Carmo, Centro Sagrada Família, da Fundação Obra Social das Religiosas Dominicanas Irlandesas (Abril 2017)

 

Valorizar a Diversidade (Ler Mais...)

As evidências das mais-valias de uma força de trabalho motivada e empenhada são conhecidas da maioria das organizações, e, por isso, apostar na melhoria dos ambientes e das condições de quem connosco trabalha deve ser uma prioridade. Não só porque é bom para o negócio, mas porque ajuda a garantir uma sociedade mais preparada para o futuro. E isso traz vantagens para todas/os.

Neste sentido, uma das áreas que tem vindo a ganhar relevância internacionalmente e, mais recentemente em Portugal, é a da Diversidade e Inclusão. O que significa? Em suma, trata-se de criar ambientes e culturas organizacionais favoráveis à diversidade, que acolham, promovam e reforcem positivamente todas as pessoas por quem são: pelas suas diferentes características, culturas, saberes, origens, escolhas e experiências de vida. Porquê? Há vantagens já mais que comprovadas para o negócio e para a sociedade.

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Como promover a Diversidade?

Não são necessários muitos recursos financeiros nem humanos para começar. Investir nas pessoas nem sempre está relacionado com custos para a organização, mas vai exigir tempo e investimento para dar frutos. No entanto, é preciso conhecer bem a realidade de cada organização, pois as medidas não serão iguais em todas as circunstâncias.

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Pode começar por realizar um questionário ou entrevistas aos diferentes stakeholders (colaboradores/as, fornecedores, chefias intermédias e de topo, etc.). A maioria das organizações que o fazem ficam muito surpreendidas com os resultados.


 

 Pode criar uma comissão de pessoas dentro da organização para pensar, implementar e avaliar as medidas a tomar com base na informação recolhida. Note que não basta ter uma força de trabalho diversa, é necessário garantir que as pessoas são efetivamente bem acolhidas e que são garantidas as condições para que desenvolvam todo o seu potencial na organização. Uma medida não benefecia da mesma forma todas as pessoas.

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Esta é uma tarefa que uma organização não precisa de enfrentar sozinha. Estabeleça parcerias. Existem inúmeras organizações públicas e sociais que conhecem bem os grupos alvo e os desafios que pretende trabalhar, possuindo técnicos/as especializados/as na matéria. A maioria irá apoiar gratuitamente ou a baixo custo, uma vez que pretendem promover a integração laboral das pessoas com quem trabalham e podem ainda ser interessantes como parceiras noutras áreas da Responsabilidade Social da sua organização ou tornar-se fornecedoras, pois muitas criam negócios sociais para angariação de fundos e promover a inclusão económica dos seus públicos.

 

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Comunique eficazmente. Assegure-se de que, em todos os passos que der, a gestão de topo da organização se encontra informada e envolvida. Este endorsment deve ser comunicado de forma constante e clara para toda a organização e é essencial para que as medidas implementadas atinjam os impactos esperados. As/os potenciais candidatas/os a ofertas de emprego deverão saber claramente que a organização tem políticas e práticas promotoras da diversidade: é uma das formas de atrair e reter talentos. Clientes tendem a criar relações de confiança e estabilidade com marcas com as quais se identificam e que sentem que compreendem as suas necessidades. Uma força de trabalho diversa ajuda a “colocar-se nos sapatos” da diversidade de clientes, mas a sua comunicação externa tem que espelhar esta preocupação.

Estas são algumas das recomendações da recém-criada Carta Portuguesa para a Diversidade, que junta já mais de 110 organizações de todos os setores e dimensões que pensam ativamente nesta temática e em como promover a diversidade e inclusão nos contextos de trabalho. A adesão é gratuita e as entidades signatárias podem participar em momentos de aprendizagem, partilha de práticas e outros eventos, bem como usufruir de vantagens exclusivas, recursos e apoio para a implementação de medidas dentro da organização.

A Câmara Municipal de Oeiras já aderiu. E a sua organização? Saiba mais em www.cartadiversidade.pt

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E-mail: cartadiversidade.pt@gmail.com

Da autoria Carla Calado, Fundação Aga Khan Portugal (Março 2017)

 

O Taguspark enquanto veículo para a promoção da responsabilidade social (Ler Mais...)

 

A área da Responsabilidade Social é fundamental numa empresa e permite que todos os seus colaboradores se associem em torno de uma causa comum. Para a Taguspark, enquanto sociedade gestora do Parque como este mesmo nome, esta é uma área de destaque já que tem nos seus objectivos, a integração das várias empresas em todas as iniciativas e causas a que se associa. Procuramos envolve-las e passar-lhes o nosso exemplo.

Na verdade, a Taguspark,SA, assume como sua missão promover o desenvolvimento, operacionalização e incorporação de conceitos e ferramentas de Responsabilidade Social.

Da nossa parte, o nosso esforço passa por ajudar, de todas as formas possíveis, as muitas organizações que nos pedem apoio, quer através de campanhas de divulgação das suas causas e angariação de bens, quer através com acções mais concretas, como é o exemplo da recolha de Tampinhas (projecto do BIPP) ou da Campanha Pirilampo Mágico (promovida pela FENACERCI).

Mas também a cedência de espaço para eventos, tem sido a nossa contribuição. Nos nossos espaços do Centro de Congressos Taguspark, teve lugar a 1º edição do MARKETPLACE OEIRAS; a Conferência do PROGRAMA OEIRAS SOLIDÁRIA (POS); várias edições do Congresso Internacional do Envelhecimento; têm lugar todas as sessões do “Ciclo de Workshops”, integrado na Bolsa de Partilha do Programa Oeiras Solidária; entre tantos outros eventos solidários.

Igualmente a área alimentar é uma das muitas áreas que a solidariedade social pode abranger e que a Taguspark tem vindo a apoiar. Sendo um dos objectivos do milénio – Erradicar a fome – a forma como este Parque contribui para o seu cumprimento é levar a que as entidades aqui sedeadas contribuam também. Como exemplo desse esforço, foi assinado um protocolo com a Refood onde se encontram reunidas as actividades e acções que a Taguspark e a Refood entenderam serem essenciais para o apoio ao funcionamento do seu Centro de Operações em Oeiras. Acreditamos que esta cooperação pode criar sinergias que potenciam o cumprimento da missão individual de cada uma, ao mesmo tempo que contribui para o objectivo comum de afirmar Oeiras como exemplo de uma comunidade solidária e inclusiva. Concretamente, a Taguspark, SA comprometeu-se a ceder a título gratuito um espaço, com uma área bruta locável de 299m2, destinado a armazém, espaço de formação e ponto de recolha de alimentos de apoio ao Núcleo Refood Oeiras, suportando os custos relacionados com o fornecimento de água, electricidade e de ar condicionado do espaço.

Já no próximo dia 24 de Novembro, terá lugar no Parque – o Taguspark Connect Challenge 2017 – que se destina a todos os colaboradores de entidades instaladas neste Parque de Ciência e Tecnologia e que pretende, ao mesmo tempo que criar mais sinergias, mais parcerias inovadoras, mais oportunidades de negócio entre as entidades aqui sedeadas, ser um momento de uma partilha solidária. Neste evento apoiaremos a área de Saúde Mental, mais uma vez, através da Plataforma Oeiras Solidária. O nosso apoio irá dirigir-se a famílias identificadas com necessidades essenciais e reais. Neste âmbito, foi criada uma lista de bens que pretendemos recolher no dia deste evento. Ao se inscrever neste desafio, cada participante irá ter de escolher o “bem” a doar, esta será uma iniciativa pioneira mas que pensamos poder ser um modelo de sucesso e inspirador.

Realizamos, igualmente colheitas de sangue, feiras do livro e de Natal solidárias. Mas passo realmente importante para a Taguspark, SA foi a integração na plataforma Programa Oeiras Solidária (POS), que cumpre integralmente o seu papel de facilitador na organização das empresas no que concerne às suas actuações no âmbito da Responsabilidade Social e que tanto o procura fazer e nós o promover e divulgar. O POS é um elo de ligação muito importante entre todas as empresas que integram o Programa e julgamos que podem ser criadas sinergias interessantes entre elas, que podem posteriormente ajudar organizações do terceiro sector. É nesse sentido que temos vindo a trabalhar.

A nossa vontade é pois continuar a apoiar e apadrinhar muito mais as organizações que nos solicitam apoio quase diariamente; é continuar a procurar que as entidades que estão neste Parque se envolvam e não sendo a Taguspark a conseguir, que sejam elas a fazê-lo e, há muitas que já o fazem. Da nossa parte, esse será um dos caminhos que procuraremos continuar sempre a prosseguir.

Take C'Air Crew volunteers: Voamos juntos por um mundo melhor (Ler Mais...)

A Take C’Air Crew Volunteers (Tkcv) é uma organização não-governamental para o desenvolvimento (ONGD) que nasceu no seio da aviação. Os seus fundadores são tripulantes, parte dos seus voluntários também, e é aproveitando as circunstâncias inerentes a esta profissão que temos conseguido vir a desenvolver um vasto trabalho que começa em Portugal e se estende a outros países, nomeadamente em África.

O nosso grande foco é ajudar a ajudar e, nesse sentido, temos apoiado e desenvolvido projetos com várias instituições de solidariedade social. Grande parte da nossa ação centra-se na recolha de donativos (roupas, brinquedos, produtos de higiene, material escolar e didáctico, bens alimentares não perecíveis, medicamentos, etc), que são posteriormente objeto de triagem e empacotamento, para poderem ser entregues às instituições apropriadas ou enviados para fora do país.

Tendo começado a dar os seus primeiros passos em 2010, pela mão de três tripulantes de cabine (Patrícia Lucas, Diana Carvalho e Marisa Alves) e um piloto (Duarte Lopes), a Take C’Air Crew Volunteers apoia atualmente mais de duas dezenas de projectos e associações. Em Junho do ano passado, recebeu o reconhecimento oficial como ONGD pelo Instituto Camões – Instituto da Cooperação e da Língua. O nosso lema é ajudar a ajudar. E fazemo-lo tirando partindo da nossa condição de quem passa a vida a voar.

Graças aos nossos “voluntários com carga”, os donativos que nos chegam seguem para países como Angola, Moçambique, Cabo Verde ou São Tomé e Príncipe, beneficiando vários projetos e instituições. Em Luanda, por exemplo, muitos seguem para a Escolinha da Paz, que acolhe mais de mil crianças carenciadas num dos musseques dos arredores da capital angolana, fornecendo educação e cuidados médicos.

Com destino à cidade da Praia, em Cabo Verde, a Take C’Air envia donativos para a associação Acarinhar, que apoia crianças e jovens com paralisia cerebral. E para os liceus da ilha do Sal seguem semanalmente pacotes com livros escolares, numa parceria de apoio ao Ministério da Educação local. Para as meninas são-tomenses que estão ao cuidado das Irmãs Franciscanas Missionárias de Nossa Senhora, em Guadalupe, seguem brinquedos, livros e roupa. E em Moçambique, por exemplo, ajudamos a Casa da Alegria, um dos poucos lugares no país que acolhe crianças contaminadas com o vírus da sida.

Na ajuda a África, temos contado com o apoio de vários parceiros como a Little Dresses for Africa, a Dress a Girl ou a ONGD Estímulo com o projecto Entrelinhas, que, através da confecção de vestidos e outras peças de vestuário (geralmente usando reciclagem de materiais), têm ajudado a vestir crianças desfavorecidas.

Em Portugal, as parcerias que fomos reunindo ao longo dos anos são vastas. Com os donativos que conseguimos juntar, apoiamos instituições como a C.A.S.A. (Centro de Apoio ao Sem-Abrigo), a Associação dos Albergues Nocturnos de Lisboa, a Dress for Success, a Sopamiga, a Animais de Rio Maior ou a Junta de Freguesia de Penha de França. A Solfraterno, associação de solidariedade social com sede em Oeiras, é outro dos nossos parceiros.

Este meritório projeto, iniciado pela Tia Céu, uma angolana que veio para Portugal aos cinco anos para fugir da guerra civil na ex-colónia lusa, ajuda crianças, jovens, famílias carenciadas, idosos e pessoas em situação de invalidez ou dificuldades financeiras. A ajuda chega sob a forma de bens alimentares, roupa, calçado, brinquedos, livros, equipamentos, ou ainda através de serviços de apoio domiciliário. A Solfraterno alberga ainda um centro de actividades de tempos livres, que está à disposição de quem mais precisa.

Tem sido também para a Solfraterno que temos enviado a maior parte das tampas de plástico que recolhemos, ajudando assim a pagar medicamentos e tratamentos a crianças carenciadas ou com problemas de saúde. Ao longo dos anos, apoiámos já vários projectos com estas “tampinhas”, sobretudo ligados a crianças com necessidade especiais. Paralelamente, fazemos recolha de rolhas de cortiça, contribuindo assim para a reflorestação das florestas nacionais, numa parceria com a Quercus.

Tanto num caso como noutro, contamos com o apoio das pessoas em geral e, nomeadamente, dos tripulantes da cabine, que recolhem voluntariamente as tampas e as rolhas das bebidas servidas aos passageiros nos aviões da TAP Air Portugal, a companhia onde trabalha a grande maioria dos nossos voluntários. Temos também parceria com alguns hotéis e restaurantes, que nos fornecem as tampas e rolhas por eles recolhidas.

Além disso, a Tkcv tem desenvolvido várias iniciativas em conjunto com a Operação Nariz Vermelho (ONV) e também com a Terra dos Sonhos. Uma delas é o projecto “Fui tripulante por um dia”, que permite a crianças com doenças crónicas fazer uma viagem de avião e conhecer o prazer de voar realizando assim o seu sonho. Outra iniciativa desenvolvida em conjunto com estas instituições tem sido as campanhas a bordo dos voos da TAP, que já permitiram angariar dezenas de milhares de euros para a ONV e a Terra dos Sonhos, graças às doações feitas pelos passageiros durante o serviço de vendas a bordo ou por transferência bancária para a Campanha.

Na Take C’Air, o nosso objetivo é tentar estar lá quando é preciso e fazer a diferença, mesmo que com pequenos gestos. E é por isso que, além das nossas parcerias regulares, tentamos sempre desenvolver iniciativas ou campanhas especiais, quando se afigura necessário.

O caso mais recente foi a ajuda às vítimas do incêndio no bairro Alto Santa Cruz, na ilha do Sal, em Cabo Verde, em coordenação com as autoridades municipais locais. E, no ano passado, na sequência dos fogos que assolaram o território nacional – primeiro, a tragédia em Pedrogão Grande e área envolvente, e depois os fogos de Outubro, que deixaram um rasto de tragédia e destruição pelo país – rapidamente iniciámos campanhas de recolha de donativos e os reencaminámos para os locais necessitados.

Neste âmbito, lançámos também no final de 2017 um projeto pioneiro, chamado “Semear Portugal Por Via Aérea”. Em parceria com a Replantar Portugal, a Quercus e a Avitrata, esta iniciativa destinou-se a ajudar os municípios que foram afectados pelos incêndios a recuperar as suas encostas e áreas de difícil acesso.

Em qualquer passo que damos, o nosso objectivo é simples: voar cada vez mais alto. E o que temos conseguido é graças a todos quantos – sejam voluntários, parceiros, patrocinadores ou doadores – nos têm dado as asas para isso.

Juntos por um Mundo melhor!

Site: www.takecair.wordpress.com

Da autoria Rita Faria, Voluntária na Take C’Air Crew Volunteers (Fevereiro 2018)

Responsabilidade Social enquanto concretização da filosofia empresarial (Ler Mais...)

A Astellas é uma companhia farmacêutica que está entre as 20 maiores do mundo, dedicada a melhorar a vida das pessoas, através da introdução de medicamentos inovadores e confiáveis – a nossa razão de ser. Estamos empenhados em reforçar a sustentabilidade da empresa enquanto líder mundial, combinando excelente investigação e desenvolvimento (R&D) com capacidades de comercialização e desenvolvimento de produtos que sejam os primeiros ou os melhores da sua classe.

Como uma companhia farmacêutica global trabalhamos em mais de 50 países espalhados pelo mundo, com mais de 17.000 colaboradores, em áreas terapêuticas como Oncologia, Transplantação e Infecciologia.

Reconhecemos que a nossa Responsabilidade Social Corporativa (CSR) representa a preocupação por qualquer impacto que as nossas decisões e actividades de negócio têm na sociedade e ambiente. Acreditamos numa gestão “CSR-based” assente em cinco campos –Compliance, Ambiente, Sociedade, Colaboradores e Economia.

A estratégia global da empresa tem como indicadores mais relevantes a contribuição para a melhoria dos serviços e sistemas de Cuidados de Saúde. A promoção de actividades anti-doping e a constante melhoria dos sistemas de farmacovigilância são exemplos de actividades de negócio que contribuem para a causa social.

O suporte filantrópico à sociedade é desenvolvido em projectos de grande impacto na melhoria da qualidade de vida em países sub-desenvolvidos, no qual destacamos o programa Action onFistula no Quénia. Mais de 1.000.000 de mulheres vivem o pesadelo das fístulas obstétricas. Este programa possibilita o tratamento de milhares destas doentes e centra-se na formação e treino de cirurgiões, para que possam tratar mais doentes em vários hospitais no Quénia.

Na vertente interna e direcionada aos colaboradores, a promoção de bem-estar e equilíbrio da vida profissional-pessoal é uma preocupação constante da empresa. Paralelamente, os benefícios proporcionados e aliados a planos de melhoria dos níveis de satisfação, colocam a empresa como uma das melhores para trabalhar em vários países da Europa.

Em Portugal, e sob a alçada do programa europeu “Changing Tomorrow”, orgulhamo-nos da nossa intervenção social realizada em parceria com a CMOeiras, município da nossa sede, no âmbito do programa “Oeiras Solidária”. A componente Colaboradores e Sociedade é amplamente trabalhada nos programas de voluntariado desenvolvidos.

Em 2017 foi seguida uma estratégia assente em três vectores de intervenção diferentes: 1) apoio a cidadãos com incapacidade, 2) apoio à maternidade em situações de risco e exclusão, 3) atribuição de bolsas de estudo e estágios para jovens em dificuldades.

Cerca de 30% dos nossos colaboradores participaram activamente nos projectos de CSR no Concelho, sendo a escolha das instituições realizada inteiramente pelos próprios.

As escolhas recaíram em projectos de voluntariado na CerciOeiras com a reabilitação de espaços exteriores e interiores. Angariações de fundos, realizadas por colaboradores no âmbito de gestão de projecto, foram entregues à instituição Ajuda de Mãe, mais especificamente para a Escola do Arco e residência de mães e seus bebés. Em parceria com o Rotary Club de Oeiras foram atribuídas bolsas de estudo a alunos universitários, assim como, a possibilidade de realização de estágios de tomada de consciência da vida profissional.

A preocupação da Astellas é contínua, com a concretização da sua filosofia empresarial através dos seus programas de responsabilidade social.

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Colaboradores Astellas na recuperação de terraço na CerciOeiras

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Manutenção de quartos de residentes na CerciOeiras

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Entrega de donativos provenientes de projetos dos colaboradores Astellas à Ajuda de Mãe

Da autoria de Filipe Novais, Diretor-Geral da Astellas Farma Portugal (Março 2018)